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Live sobre Psicologia Africana

A ANPSINEP – Associação de Psicólogas/os Negras/os e Pesquisadoras/es lançou a Campanha “Saúde Mental da População Negra – Importa!”. Além da campanha, a ANPSINEP está perguntando às psicólogas:

QUAIS SUAS PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE CUIDADO COM A POPULAÇÃO NEGRA?

A Psicologia e Africanidades participará da campanha “Saúde Mental da População Negra – Importa!”!!!!! No dia 14 de setembro, segunda as 17h em nosso canal do Youtube, vamos abordar essa pergunta apresentando a LIVE: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA AFRICANA com a Dra. Simone Gibran Nogueira.

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Saúde Mental da População Negra Importa!!!

A ANPSINEP – Articulação Nacional de Psicólogas/os Negras/os e Pesquisadores lançou a Campanha Saúde Mental da População Negra Importa!!! A Campanha será de 15 de agosto a 15 de setembro de 2020. Realizaremos uma live para colaborar com a ação.

Esse é um chamando a todos os setores da sociedade brasileira para fazer adesão. Se você se IMPORTA venha fazer diferença.

A @anpsinep quer saber, quais as suas práticas e estratégias de cuidados com a População Negra? Participe da Campanha #SaúdeMentaldaPopulaçãoNegraImporta! Produza um conteúdo, contando suas história/experiências de cuidado.

A Psicologia e Africanidades se alia à esse movimento. Vamos realizar uma live sobre “Psicologia de raiz africana – possibilidades plurais e dialógicas” no dia 14 de setembro as 17h, no nosso canal de Youtube e Fanpage. A live compartilhará resultados de pesquisa que estão registrado no livro “Libertação, descolonização e africanização da Psicologia – Breve introdução à Psicologia Africana” (2019) de Simone Gibran Nogueira.

Maria da Conceição dos Santos – “Diante do cenário atual, a população negra tem sofrido diretamente os efeitos colaterais que vão muito além do adoecimento físico em consequência da Covid-19. Neste ano, mazelas sociais como desemprego, racismo, violência policial, violência de gênero, têm resultado em danos psíquicos, que muitas vezes resultam em situações mais graves como é o caso do suicídio. O escancaramento destas situações atualmente evidencia desigualdades históricas que embora, sempre estivessem manifestas, com a presente crise nota-se os prejuízos em todas as ordens, inclusive, emocional de maneira muito mais intensa”.

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Pensar sociedade pela capoeira

Descrição do Evento

O evento é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa em Antropologia e Política (GAP), linha de pesquisa “política e práticas culturais brasileiras de matriz africana” do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Piauí (UFPI), coordenado pelo Professor Celso de Brito, em parceira com o Grupo Diálogos Urbanos de Extensão e Pesquisas Interdisciplinares da Universidade da Integração Luso Afro-Brasileira (UNILAB), coordenado pelo Professor Ricardo Nascimento.

Nesse evento, reuniremos mais de 70 especialistas entre pesquisadorxs, capoeiristas e pesquisadorxs-capoeiristas de diferentes vertentes, áreas do conhecimento e instituições nacionais e internacionais para comporem uma grande roda virtual em torno de questões candentes na sociedade brasileira atual, tendo como eixo central as análises sobre a capoeira.

Tendo em vista o cenário sócio-político-sanitário conturbado em que vivemos, no qual tanto a cultura popular-tradicional (e os segmentos étnicos a ela vinculados) quanto as ciências humanas e sociais encontram-se sob sérios ataques, faz-se emergente que forjemos alianças e pensemos nossas práticas e ações políticas conjuntamente. Com o objetivo de nutrir essas ações com reflexões de qualidade, propomos debater sobre os seguintes temas: organização social, africanidade, branquitude, especificidades das diferentes capoeiras nos estados brasileiros, gênero, patrimonialização, cosmologias, arte, corporeidade, educação e ancestralidade.

Façamos com que o afastamento físico que nos foi imposto pela disseminação do covid-19 não seja capaz de nos afastar socialmente e nem de nos desmobilizar politicamente nesse importante momento histórico.

Passo a Passo para a Inscrição

Todas as atividades serão gratuitas e abertas a todxs, mas para aquelxs que quiserem o certificado de 40 horas, façam suas inscrições pelo no site:
https://rodadedebates2020.wixsite.com/sociedadeecapoeira
Após acessar o site clicar em “Inscrições” e

  1. Clicar em “Extensão” (na esquerda da página);
  2. Clicar em “Acesso à area de inscritos em Cursos e Eventos”;
  3. Clicar em “Ainda não possuo cadastro”;
  4. Preencher o Formulário;
  5. Recomeçar até chegar em “Área de inscritos em Cursos e Eventos” e clicar nessa opção;
  6. Aparecerá uma lista de eventos na parte de baixo da tela. Procurar o evento “I Roda de debates: pensando a sociedade através da capoeira” e clicar numa seta verde ao final da linha do lado direito do nome do evento;
  7. Preencher o espaço “Instituição” com o nome de seu grupo de capoeira, universidade ou instituição em que estuda ou trabalha

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Livro – Libertação, Descolonização e Africanização da Psicologia

O livro traz: 1) Uma leitura crítica sobre a colonialidade do poder, do saber e do ser presentes na Psicologia tradicional Euro-americana e na vida cotidiana de brancos e não-brancos. 2) Para tanto, é importante compreender parte da construção histórica, política e científica inovadora de pesquisadoras/es, pensadoras/es e psicólogas/os negras/os – africanas/os no continente e na diáspora americana. 3) No caso dos Estudos Afrocentrados, a construção destes novos horizontes para a humanidade são informados pela visão de mundo africana desde o Egito, a África negra e a diáspora, se valendo de conhecimentos que são ancestrais, milenares e longevos. 4) Na especificidade da Psicologia, ressalta-se a importância de reconhecer as limitações imperialistas da Psicologia tradicional Euro-americana para o bem comum, e abrir diálogo para diferentes perspectivas de ser humano, de estabelecer relações sociais e produzir uma sociedade que seja verdadeiramente plural, dialógica e justa para as maiorias do mundo.

O livro é decorrente da tese de doutorado “Psicologia Crítica Africana e Descolonização da Vida na Prática da Capoeira Angola” (2013) realizada na PUC-SP. Ele faz parte da coleção África e Diáspora do NEAB/UFSCar. A obra contou com “Auxílio Publicação de Livro” da FAPESP (processo 2018/04366-3).

O livro pode ser adquirido online na versão impressa e e-book pelo site da EDUFSCar ou na AMAZON.

Ele contou com Prefácio de Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, Contra-capa de Dr. Eduardo Oliveira e Orelha de Dra. Raquel Sousa Lobo Guzzo.

“A autora tem-se proposto, há anos, com curiosidade, respeito, disponibilidade, buscar conhecer, compreender a capoeira – sua história, propósitos, estratégias e lições – e com ela aprender. Aprendeu e tem aprendido a participar do jogo, das vivências, da história e dos significados culturais da capoeira.”

― Dra. Petronilha Beatriz G. e Silva, professora emérita da UFSCar

“Pautada no regime da cultura africana – no continente e na diáspora – a autora, com ineditismo, desdobra uma psicologia descolonizada, na contramão do modelo imperial da disciplina, tendo na cultura e no sujeito negros africanos a experiência da libertação que refunda as bases epistemológicas e éticas de uma aventura humana veramente libertadora.”

― Eduardo D. Oliveira, professor da UBFA

“A autora, mesmo não sendo negra, foi capaz de se sensibilizar e se colocar a disposição deste debate com a humildade de quem inicia a crítica à hegemonia branca da Psicologia, que desconsidera práticas sociais, cultura, sofrimento, superações, combatividade de um grupo social não dominante, sobretudo em nosso país.”

Raquel Sousa Lobo Guzzo, professora da PUC-Campinas

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Psicologia Africana em Tempos de Covid 19

Durante os próximos dias publicarei a tradução de todas as falas desta importante reunião. Tenho certeza que servirá para muitas/os brasileiras/os.

Voce poderá conferir as traduções nos seguintes links

Cartaz traduzidohttps://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/

Wade NoblesSobre surgimento da ABPSi e o porque de uma Psicologia Negra. – https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/wade-nobles/

Sharon BetheaNecessidade de retomar as práticas tradicionais africanas. https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/sharon-bethea/

Jacqueline AtkinsOrientações para cuidados com as crianças. https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/jacqueline-atkins/

Paula MooreOrientações para o cuidado consigo mesmo. https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/paula-moore/

Afiya MbilishakaImportância das Práticas e Valores Africanos. https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/afiya-mbilishaka/

Derreck WilsonImportância das Práticas e Valores Africanos. https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/derreck-wilson/

Anelle WilliamsOrientações para o cuidado de si. https://psicologiaeafricanidades.wordpress.com/psicologia-negraafricana/psicologia-africana-em-tempos-de-covid-19/anelle-williams/

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Africanizar a Psicologia Social

A ideia central deste Blog é divulgar experiencias, eventos, reflexões e o que mais possa interessar sobre cultura, educação, política, academia e artes de raiz africana e suas possíveis relações com a Psicologia Social. Como autora do Blog busco evidenciar a contribuição que o pensamento e a experiência de raiz africana no mundo têm para oferecer à Psicologia Social, por isto a proposta de africanizar a Psicologia Social.

Me africanizei e continuo me africanizando na prática da capoeira angola, uma escola que forma cidadãos decentes e conscientes sobre a realidade brasileira e mundial. Nada melhor que trazer a imagem do Mestre João Pequeno de Pastinha como Abre Alas desta iniciativa, já que ele com seus 93 anos de idade é o capoeirista mais velho vivo e na ativa no mundo. Salve Mestre João Pequeno! Salve Mestre Pastinha! Peço sua licença e sua benção para começar este trabalho. Que Deus me dê força e ilumine minhas palavras para transmitir uma boa contribuição.

Quem se interessar e quiser acompanhar as matérias pode se inscrever no Blog e receberá uma notificação por email toda vez que houver uma nova postagem. Precisa fazer um comentário para aparecer a inscrição.

Vocês também podem escrever comentários, sugestões e críticas em cada postagem. São muito bem vindos!!!!

TIGER FLOWERS – primeiro negro peso médio nos EUA

Assisti a palestra “Atlanta’s great Black Hope: the Tiger Flowers story community”. Era sobre a história deste grande boxel negro chamado Tiger Flowers.   

Tiger Flowers foi o primeiro africano-americano a ganhar o campeonato de boxe dos pesos médios nos EUA. Os registros não são muito precisos, mas ele nasceu por volta de 1895 a 1897 em Atlanta e morreu em 1927. Ou seja, ele morreu com 30 a 34 anos. Apesar de morrer tão jovem ele foi um grande homem na história desta cidade e na do boxe nos EUA. Vejam só!

Tiger Flowers começou o boxe profissional em 1918 enquanto trabalhava na construção naval na Philadelphia. Sua carreira foi brilhante e memorável. Em 9 anos ele participou de 160, das quais ele ganhou 136 e perdeu 24. Sendo que algumas vezes ele lutou duas vezes num mesmo dia e ganhou as duas lutas. Incrível desempenho!

Além de ser um excelente boxel, praticamente invencível no auge da sua carreira, ele era considerado um grande homem, pois reunia muitas qualidades admiráveis em seu tempo, tanto por negros quanto por brancos. Era vegetariano, cristão, não bebia, não fumava.

A grandeza de Tiger Flowers fica ainda mais evidente quando refletimos sobre o contexto sócio-histórico de sua época. Na virada do século XIX para o XX, negros estudavam em escolas segregadas, em sua maioria as famílias negras empobrecidas e viviam em bairros segregados dos brancos. Mesmo no boxe, negros não podiam lutar com brancos. Existia a Ku Kux Klan perseguindo e massacrando a população negra.

Com as lutas Tiger Flowers tornou-se muito, muito, muito rico para qualquer homem de seu tempo. Ao final de seus nove anos de atividade no boxe ele tinha várias fazendas de pêssego, 10 casas, diversos carros, andava com motorista, etc. Mesmo com toda essa riqueza, Tiger escolheu permanecer morando no bairro negro e empobrecido em que nasceu. Construiu uma casa gigantesca com mais de 20 quartos, a qual ficava aberta para toda a comunidade de seu bairro. Ele investiu dinheiro em diversas escolas, universidades e instituições sociais de Atlanta, contribuindo para o desenvolvimento da cidade.

Apesar de seu enorme prestígio junto a comunidade, a mídia, quando descrevia suas conquistas, o fazia desqualificando o seu valor. Ele morreu por negligencia médica no hospital quando foi fazer uma cirurgia para tirar uma cicatriz do olho, um procedimento simples. Seu funeral foi em sua casa, mais de 50.000 pessoas foram se despedir dele. Foi o maior funeral da história de Atlanta até o funeral de Martin Luther King. Nessa época, até os funerais eram segregados, os brancos ficaram na marquise e os negros no térreo.

Leila Lopes – Miss Universo 2011 é de Angola

Sorridente e recebida com aplausos, Leila Lopes falou com a imprensa após ser coroada Miss Universo 2011, na noite da segunda-feira (12), em São Paulo. Simpática, a angolana conquistou os brasileiros e ainda desbancou as favoritas ao título, levando a melhor entre outras 88 candidatas. Miss Angola é a vencedora do Miss Universo 2011; brasileira fica em terceiro lugar.

Minutos após o término do Miss Universo, a miss – que não é a primeira negra africana a vencer o concurso – retornou ao palco da casa de shows Credicard Hall para responder a perguntas de jornalistas de vários países. Já coroada, Leila aproveitou o encontro para comentar os casos de racismo pelo mundo.

– O racismo não me atinge. Os racistas deveriam procurar ajuda e se tratar. Não é possível que em pleno século 21 ainda existam pessoas que pensem desta forma.

Natural de Benguela, Leila, 25 anos, afirmou que pretende usar o “cargo” de miss para ajudar sua terra natal.

– Como miss Angola, já apoiava causas sociais, a luta contra o HIV e os cuidados com idosos. Agora, espero poder fazer muito mais por meu país.

Emocionada, Leila finalizou:

– Angola, muito obrigada pela torcida e por ter acreditado em mim.

Histórico

A primeira miss Universo negra foi Janelle Commissiong, de Trinidad e Tobago, eleita em 1977. Curiosamente, no ano seguinte, Janelle passou a faixa para uma miss Universo africana. A beldade – uma loira – se chama Margareth Gardiner e representou a África do Sul no concurso. A primeira africana negra a usar a coroa de Miss Universo foi Mpule Kwelagobe, vinda de Botsuana. Ela foi coroada em 1999.

Fonte: R7 Entretenimento

Southern hospitality – A Hospitalidade do Sul dos EUA

Primeiro de tudo, preciso dizer que fiquei positivamente impressionada com a população de Atlanta. Já haviam me dito que tinha muitos negros/as aqui, mas não são muitos. É a grande maioria mesmo. É como estar em Salvador! No metrô nem se fala, são raras as pessoas brancas. Depois escrevo mais sobre isto. Mas esta informação é importante para entender o que segue.

Um boa impressão que tive de Atlanta foi a sua “Southern Hospitality”. Shayna, uma amiga estadunidense que mora em Salvador, me disse que o Sul dos EUA é conhecido por ser hospitaleiro. Muito legal mesmo. E aqui tem similaridades com Salvador também, mas de uma forma mais forte, mais esponea, não sei definir ao certo, mas um pouco diferente.

Enquanto se anda nas ruas ou entra no metrô, se você olha para uma pessoa normalmente ela te cumprimenta perguntando: “how are you doing?”. É tão natural que acontece quando você cruza com outra pessoa na calçada, quando entra em algum lugar, quando vai ser atendido, em qualquer lugar e momento.

As duas vezes mais engraçadas foram em estacionamentos. Eu estava saindo de algum lugar andando pelos carros e aí, é natural, você vê um movimento e olha. Nas duas vezes, a pessoa no movimento de abrir a porta e sair do carro te vê e diz “how are you doing?”. Numa dessas vezes a pessoa estava sentada no carro com a porta aberta e enquanto eu passava ela estava puxando aquela escarrada da garganta. No meio do processo, antes de cuspir, ele olhou para mim e disse com a boca cheia: “How are you doing?”. Respondi e segui em frente. Aí ficou aquele tempo sinistro, eu andando e só esperando o barulho da cuspida, e o cara, de certo meio sem graça, esperou um pouco para cuspir. Depois de uns 15 longos segundos eu ouvi a cuspida. Kkkkk. Fiquei rindo sozinha!

Mas diga aí! A hospitalidade, a cordialidade do povo de Atlanta é tão natural, é tão espontânea, que o cara cumprimenta a outra pessoa até no meio de uma escarrada. Só porque a pessoa olhou para ele.

Estou adorando esta cordialidade. Realmente a gente se sente muito bem na cidade. Eu que sou de fora deste país, fico mais tranqüila para perguntar informações, para ir em alguma loja e comprar alguma coisa mesmo que meu inglês ainda não esteja muito bom. Fico com a sensação de que provavelmente a pessoa terá paciência quando já tem este costume hospitaleiro. Alem do mais, é sempre bom saber que está sendo vista, que você existe para o outro. Quando alguém te cumprimenta está abrindo um canal de comunicação e avalio que o canal de comunicação aqui é bom, pois o cumprimento é uma pergunta “how are you doing?”. Creio que tem diferença quando você diz apenas “Hi” e quando você pergunta como ela pessoa está. Quando diz um “olá”, você sinaliza que viu a pessoa, mas é uma comunicação mais fechada, não está necessariamente abrindo um diálogo. Agora, quando a pessoa lhe cumprimenta fazendo uma pergunta, por mais espontâneo, natural ou automático que isto seja, pressupõe uma resposta, pressupõe o diálogo.

Acho que podemos encontrar similar hospitalidade em Salvador, no nordeste em geral, em Minas Gerais e arrisco dizer que ela está muito relacionada à forma africana de ser, pois são regiões com muitos afro-descendentes. O que vocês acham?