Livro – Libertação, Descolonização e Africanização da Psicologia

O livro traz: 1) Uma leitura crítica sobre a colonialidade do poder, do saber e do ser presentes na Psicologia tradicional Euro-americana e na vida cotidiana de brancos e não-brancos. 2) Para tanto, é importante compreender parte da construção histórica, política e científica inovadora de pesquisadoras/es, pensadoras/es e psicólogas/os negras/os – africanas/os no continente e na diáspora americana. 3) No caso dos Estudos Afrocentrados, a construção destes novos horizontes para a humanidade são informados pela visão de mundo africana desde o Egito, a África negra e a diáspora, se valendo de conhecimentos que são ancestrais, milenares e longevos. 4) Na especificidade da Psicologia, ressalta-se a importância de reconhecer as limitações imperialistas da Psicologia tradicional Euro-americana para o bem comum, e abrir diálogo para diferentes perspectivas de ser humano, de estabelecer relações sociais e produzir uma sociedade que seja verdadeiramente plural, dialógica e justa para as maiorias do mundo.

O livro é decorrente da tese de doutorado “Psicologia Crítica Africana e Descolonização da Vida na Prática da Capoeira Angola” (2013) realizada na PUC-SP. Ele faz parte da coleção África e Diáspora do NEAB/UFSCar. A obra contou com “Auxílio Publicação de Livro” da FAPESP (processo 2018/04366-3).

O livro pode ser adquirido online na versão impressa e e-book pelo site da EDUFSCar ou na AMAZON.

Ele contou com Prefácio de Dra. Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, Contra-capa de Dr. Eduardo Oliveira e Orelha de Dra. Raquel Sousa Lobo Guzzo.

“A autora tem-se proposto, há anos, com curiosidade, respeito, disponibilidade, buscar conhecer, compreender a capoeira – sua história, propósitos, estratégias e lições – e com ela aprender. Aprendeu e tem aprendido a participar do jogo, das vivências, da história e dos significados culturais da capoeira.”

― Dra. Petronilha Beatriz G. e Silva, professora emérita da UFSCar

“Pautada no regime da cultura africana – no continente e na diáspora – a autora, com ineditismo, desdobra uma psicologia descolonizada, na contramão do modelo imperial da disciplina, tendo na cultura e no sujeito negros africanos a experiência da libertação que refunda as bases epistemológicas e éticas de uma aventura humana veramente libertadora.”

― Eduardo D. Oliveira, professor da UBFA

“A autora, mesmo não sendo negra, foi capaz de se sensibilizar e se colocar a disposição deste debate com a humildade de quem inicia a crítica à hegemonia branca da Psicologia, que desconsidera práticas sociais, cultura, sofrimento, superações, combatividade de um grupo social não dominante, sobretudo em nosso país.”

Raquel Sousa Lobo Guzzo, professora da PUC-Campinas

Publicado por Simone Gibran

Criadora e Gestora da Psicologia e Africanidades.

%d blogueiros gostam disto: